Biotérios

Os Biotérios da UFABC estão vinculados administrativamente à Pró-Reitoria de Pesquisa e contam com a participação ativa da Comissão dos Biotério (COBI/UFABC) e Comissão de Ética em Uso de Animais (CEUA/UFABC), garantindo que todos os procedimentos atendam os regulamentos internos e leis federais.

Os Biotérios da UFABC tem como função primordial a criação e manutenção de ratos e camundongos para ensino e pesquisa dos vários Centros desta Instituição. O ambiente de um biotério deve garantir condições adequadas para o bem-estar, a saúde e a vida dos animais de experimentação.

Além disso, deve ser agradável aos funcionários e consistente com as necessidades dos pesquisadores envolvidos com pesquisa animal. Podem ser divididos segundo a finalidade a que se destinam: 1) Biotérios de Criação (Biotério Central do Câmpus de SBC e Biotério de Criação e Experimentação do Câmpus de SA) e 2) Biotério de Manutenção e Experimentação Setoriais (Bloco Delta, Ômega/SBC e Bloco A/SA).

Para atender a demanda das pesquisas realizadas na instituição, a Central de Criação e Experimentação em Biomodelos – CeCEB da Universidade Federal do ABC – UFABC é composta por três biotérios, os quais estão distribuídos nos campi de Santo André-SP, onde temos o Biotério de Criação e Experimentação em Camundongos, e São Bernardo do Campo-SP, onde temos o Biotério de Criação de Ratos e o Biotério Setorial de Experimentação em Roedores.

Quanto ao status sanitário, os biotérios da UFABC caracterizam-se pela criação e manutenção de animais do tipo convencional, ou seja, são animais que possuem microbiota indefinida por serem mantidos em ambiente desprovido de barreiras sanitárias rigorosas. No entanto, os biotérios da instituição são devidamente equipados com autoclaves de dupla porta, módulos de troca e descarte de maravalha e racks ventilados com mini-isoladores, os quais garantem uma ampla segurança aos animais e bioteristas no que se refere à contaminação por organismos patogênicos que porventura possam adentrar no ambiente de criação e manutenção destes animais. Toda esta estrutura possibilita, sobretudo, a produção de animais de grande qualidade sanitária para o uso nas atividades experimentais.  A maioria dos animais usados em pesquisa, nos últimos 30 anos, tem sido convencional. Eles são relativamente mais baratos para se produzir e manter, são adequados propriamente a determinados experimentos e têm sido usados praticamente em todo tipo de pesquisa, desde a genética até a cirúrgica.

Em geral, os animais criados para experimentação devem possuir características anatômicas e fisiológicas comparadas às do homem. Outros aspectos que favorecem a escolha do modelo animal são: fácil manejo, prolificidade, docilidade, pequeno porte, baixo consumo alimentar, fisiologia conhecida e ciclo reprodutivo curto.

Mais sobre os animais.

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