SISTEMAS HÍBRIDOS NANOESTRUTURADOS PARA LIBERAÇÃO MODIFICADA DE FÁRMACOS ANTIINFLAMATÓRIOS: DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO FARMACOLÓGICA

Nome do Pesquisador: Daniele Ribeiro de Araujo

Agência de fomento: FAPESP

Vigência: 08/2015 à 09/2017

Pesquisadores Alunos da UFABC:
Mônica Helena Monteiro do Nascimento (Doutoranda em Biossistemas)
Nelson Botelho de Rezende Neto (Doutoranda em Biossistemas)

Resumo: O desenvolvimento de sistemas e de novas formulações de liberação modificada tem possibilitado a manipulação tanto de propriedades físico-químicas quanto farmacodinâmicas e farmacocinéticas, melhorando os efeitos terapêuticos e favorecendo a utilização clínica de diferentes moléculas. Dentre os vários sistemas carreadores, encontram-se as estruturas auto-organizadas na forma de micelas, como as constituídas por co-polímeros da classe dos poloxamers. Os poloxamers têm sido investigados como sistemas para liberação de fármacos por apresentarem a capacidade de, em soluções concentradas, formarem géis em temperaturas próximas à corporal (transição sol-gel), tornando-os bases eficazes para nanopartículas e complexos de inclusão, favorecendo a administração das formulações por diferentes vias e a capacidade de controlar a liberação de fármacos por longos períodos de tempo. O uso de poloxamers com diferentes características físico-químicas (como os poloxamers 407 e 403) é interessante no sentido de investigar as propriedades de sistemas híbridos como carreadores de fármacos e como a inserção de outros carreadores influenciariam na transição sol-gel, na estrutura micelar, nas propriedades reológicas e na razão de liberação do fármaco incorporado. Como aplicação direta, este projeto surgiu da necessidade de se disponibilizar possíveis novas estratégias terapêuticas e formulações para o tratamento de processos inflamatórios crônicos como artrite reumatóide e colite ulcerativa. Dessa forma, esta proposta envolve desde o preparo e caracterização físico-química até os estudos da atividade in vitro/in vivo de fármacos administrados pelas vias intra-articular e intra-colônica (naproxeno e budesonida, respectivamente). Para isso, os fármacos serão encapsulados em nanopartículas (naproxeno) ou complexados com ciclodextrinas (budesonida) e, posteriormente, dispersos em hidrogéis de co-polímeros termorreverssíveis, visando o desenvolvimento de sistemas híbridos nanoestruturados.

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